quinta-feira, 2 de maio de 2013


TV Globo realiza reunião com lideranças evangélicas no Projac em busca de maior aproximação com igrejas

TV Globo realiza reunião com lideranças evangélicas no Projac em busca de maior aproximação com igrejas
A aproximação entre a TV Globo e as lideranças evangélicas tem sido cada vez maior e mais intensa, e visando um estreitamento da relação para o próximo ano, foi realizada ontem, 12/11, uma reunião no Projac (foto) entre dezessete líderes evangélicos e Amauri Soares, diretor de projetos e eventos especiais da emissora e da Globo Internacional. Amauri também foi o responsável pela criação do Festival Promessas.
A informação foi divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, em sua coluna Radar On-Line, na revista Veja. A Redação doGospel+ aferiu que, entre os líderes evangélicos, estavam o bispo Robson Rodovalho, da Comunidade Sara Nossa Terra e mencionado por Jardim, além do apóstolo Edmilson Oliveira, da Igreja Evangélica em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e o pastor Wilton Acosta, presidente do FENASP, além de outros catorze integrantes da Confederação dos Conselhos de Pastores e Evangélicos do Brasil (CONCEPAB). Estes últimos não foram mencionados pelo jornalista da revista Veja.
No Twitter, o apóstolo Edmilson Oliveira e o pastor Wilton Acosta divulgaram a informação sobre a realização da reunião. Oliveira revelou que o tema era a aproximação entre as partes e o evento musical da emissora: “Reunião na Globo com o diretor de projetos. Tema: aproximação com os evangélicos. Festival Promessas nos estados”, publicou, sem dar maiores detalhes.
Tweet do pastor Wilton Acosta sobre a realização da reunião entre os líderes evangélicos e a TV Globo
Lauro Jardim afirma em sua nota publicada hoje, 13/11, que todas as lideranças evangélicas são bem-vindas ao projeto, exceto o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, por razões óbvias. Macedo é proprietário da principal concorrente da emissora, a TV Record, e trava uma guerra há anos com a Globo.
As Organizações Globo anunciaram, através da subsidiária GEO Eventos, que a partir de 2013 realizará uma feira voltada para o público evangélico, nos moldes da Expocristã. O evento se chamará Feira Internacional Cristã e tentará tomar o lugar ocupado pela Expocristã, considerada a maior feira no setor em toda a América Latina.

Bancadas evangélicas nos Estados supera católicos e marca atuação política crescente de igrejas, diz jornal

Bancadas evangélicas nos Estados supera católicos e marca atuação política crescente de igrejas, diz jornal
O engajamento político dos evangélicos tem sua maior expressão através da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional, mas não se resume a ela.
Um levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Pauloidentificou bancadas evangélicas nas assembleias legislativas de todos os 27 Estados brasileiros.
A constatação se deu através da análise de reportagens sobre o tema, entrevistas, currículos de políticos e dados oficiais. Como critério, o levantamento excluiu da chamada bancada evangélica os deputados que tem sua profissão de fé conhecida publicamente, mas que não pautam sua carreira política a partir da representação religiosa.
De acordo com o jornalista Lourival Sant’Anna, a estratégia de vincular a fé à política é um fato recente na história do país: “É um fenômeno relativamente novo no Brasil, que resulta de uma mobilização de diversas igrejas pentecostais – principalmente a Assembleia de Deus, a Igreja Universal do Reino de Deus e a do Evangelho Quadrangular – para ocupar espaço no Legislativo, na mídia e na paisagem das cidades, com seus templos espalhados pelo Brasil”, afirma o jornalista, especializado em política.
O levantamento constatou que o Rio de Janeiro é o Estado tem o maior número de evangélicos militantes: são 21% dos deputados eleitos para a Assembleia Legislativa. Comparando com a população fluminense, que possui 29% de evangélicos, o número é um retrato bastante semelhante da sociedade.
Em São Paulo, a população possui 24% de evangélicos, e a Assembleia Legislativa abriga 11% de deputados estaduais que são militantes evangélicos.
Na região Norte do país, são registrados os maiores índices de deputados estaduais militantes do movimento evangélico. No Acre, 33% dos parlamentares são evangélicos, porcentagem exatamente igual à da população acreana que se declara evangélica. No Amapá, 28% da população se diz evangélica, enquanto que 25% dos deputados estaduais militam no movimento.
Apesar de em todos os Estados brasileiros haverem deputados de militância evangélica, em 13 Assembleias Legislativas não foram encontrados deputados que tenham se elegido por sua atuação exclusivamente no meio católico.
As bancadas evangélicas superam as bancadas católicas em quase todos os Estados onde elas coexistem, empatando apenas no Rio Grande do Norte e na Paraíba, onde registram respectivamente, 4% e 1% dos deputados estaduais.
Confira no infográfico abaixo, a comparação Estado a Estado das bancadas evangélicas e católicas:
EvangelicosAssembleias-InforgraficosEstadao

Bancadas evangélicas estaduais e municipais buscam atuação conjunta contra projetos de lei que favoreçam ativistas gays e feministas


Bancadas evangélicas estaduais e municipais buscam atuação conjunta contra projetos de lei que favoreçam ativistas gays e feministas

Bancadas evangélicas estaduais e municipais buscam atuação conjunta contra projetos de lei que favoreçam ativistas gays e feministas
As atuações das bancadas evangélicas nas Assembleias Legislativas foi tema de uma reportagem de capa da revista Carta Capital, intitulada “Bancadas de Deus”.
A matéria chama a atenção para o crescimento darepresentatividade políticados evangélicos, que é tratada pela revista como “fenômeno” ou “processo silencioso”.
Entrevistado sobre o assunto, o pastor Wilton Acosta, presidente do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política (Fenasp), afirmou que existem frentes parlamentares evangélicas em 15 estados brasileiros, e aproximadamente “10 mil vereadores evangélicos” nas Câmaras Municipais.
Para o pastor Acosta, protagonista de uma recente discussão pública através do Twitter com Silas Malafaia, a atuação dessas bancadas evangélicas é ambiciosa: “O objetivo é verticalizar a pauta parlamentar nacional, aprovando leis em todas as assembleias e câmaras. Todas”, afirmou.
A ideia, segundo Acosta, é orquestrar a atuação política dos parlamentares evangélicos e fazer com que toda a representação política do movimento atue contra o avanço dos novos códigos Penal e Civil, que possuem propostas sobre aborto, posse de maconha, criminalização da homofobia e casamento gay.
A Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa de São Paulo, que reúne 15 dos 94 deputados, é uma amostra da atuação conjunta: “Não somos bobos. Sabemos que são temas de competência do Congresso, mas o que falamos aqui repercute em Brasília. Afinal, os deputados federais e senadores se elegem com apoio de deputados estaduais e vereadores. A base tem direito de cobrar uma postura firme deles no Parlamento”, afirmou o deputado Carlos Cezar (PSC), explicando a importância da centralização de ideias.
O movimento contra as propostas tidas como prejudiciais pelos evangélicos envolve atuação nas três níveis de governo: “A ideia é subsidiar os vereadores com fundamentos legais, para que ajam de forma local, pois, quando barramos as propostas deles [movimentos gays e feministas] no Congresso, eles tentam implantá-las nas cidades e estados. Aí criam jurisprudência. Não vamos permitir isso”, disse o vereador Herculano Borges (PSC).
A revista destaca ainda que muitas das propostas das bancadas evangélicas no país são controversas, como o projeto que pretende proibir bares localizados a menos de 300 metros de igrejas, de autoria do vereador Benedito Oleriano (PMN), de Sorocaba, interior de São Paulo.
Em Maringá, interior do Paraná, a bancada evangélica local conseguiu aprovar um projeto de lei que transferiu a data de realização da Marcha para Jesus, coincidindo com a Parada do Orgulho Gay da cidade.
Porém, a atuação dos políticos ligados às igrejas não é bem vista por alguns movimentos sociais: “O avanço dos evangélicos tornou a luta muito mais desfavorável”, disse Kauara Rodrigues, assessora da ONG Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA), que atua na monitoração de projetos que envolvem os direitos das mulheres em tramitação no Congresso Nacional.
A revista destacou as propostas mais polêmicas das bancadas evangélicas pelo país num infográfico. Confira:
propostas bancadas evangelicas - carta capital


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Igreja produz filme para discutir questão do tráfico humano e financiar projeto missionário

Igreja produz filme para discutir questão do tráfico humano e financiar projeto missionário
A questão do tráfico humano parece estar na pauta contemporânea da mídia como um assunto a ser discutido de forma exaustiva. O tema é o ponto central do filme cristão Not Today, produzido pela Friends Media, o departamento de comunicação da Friends Church, uma igreja evangélica da Califórnia, Estados Unidos.
No Brasil, o assunto vem sendo tratado pela autora Glória Perez, em sua novela Salve Jorge, transmitida pela TV Globo.
Not Today se passa na Índia, e trata da questão do tráfico humano a partir da história dos dálits, uma das castas da população hindu. De acordo com informações da revista Eclésia, a ideia para o filme surgiu durante uma viagem missionária ao país em 2002, quando a Friends Church ajudou na construção de uma escola para os dálits.
Na cultura hindu, os dálits são considerados intocáveis. Uma outra novela global, Caminho das Índias, também relatou a cultura e religiosidade do país, e apresentou um pouco do preconceito enfrentado pelas pessoas que pertencem a esta casta.
Por serem tidos como pessoas de uma classe inferior, milhares de crianças desta casta são vendidas por valores baixos, e colocadas para trabalhos forçados ou prostituição.
A proposta do filme é alertar para a existência do tráfico de pessoas, e durante a fase de produção e divulgação, o filme já recebeu cinco prêmios nos Estados Unidos. A estreia no circuito norte-americano aconteceu no último dia 12 de abril, em mais de vinte cidades.
A atriz Persis Karen interpreta a menina Annikano, que é vendida pelo pai para uma casa de prostituição. Persis tem sido o destaque do filme e recebeu o troféu de Melhor Performance no festival Charity Film, realizado em Mônaco.
O responsável pelo departamento de comunicação da Friends Church, pastor Martz afirma que a proposta de fazer um filme sobre o assunto foi a melhor maneira encontrada para tratar dessa questão com o público norte-americano: “A mídia é a linguagem da nossa cultura, por isso cremos que a melhor forma de comunicar a história de uma grande tragédia global, como tráfico de seres humanos, é um filme. Que melhor maneira de motivar as pessoas que não conhecem como funciona o tráfico de seres humanos, do que contar uma boa história que todos consigam entender e que os desafia a se envolverem?”, diz o pastor.
Segundo o pastor, os lucros obtidos com o filme serão direcionados para a cobrir os US$ 20 milhões necessários para a construção de 200 escolas para crianças da casta dálit que o projeto missionário da igreja planeja.
Assista ao trailer do filme Not Today no vídeo abaixo:


Comentarista da ESPN pede tolerância dos gays a opiniões contrárias e é fortemente criticado pela mídia

Comentarista da ESPN pede tolerância dos gays a opiniões contrárias e é fortemente criticado pela mídia
As opiniões do comentarista da ESPN Chris Broussard sobre o homossexualismo tem causado uma forte polêmica nos EUA. A polêmica começou quando o comentarista falou, no programa “Between the Lines”, sobre anúncio do jogador da NBA Jason Collins, primeiro jogador das grandes ligas americanas a assumir ser gay enquanto ainda atleta profissional.
Broussard afirmou ser cristão e não concordar com a prática homossexual, e também pediu aos homossexuais, que tolerassem opiniões contrárias, sem tachar aqueles que discordam do seu estilo de vida de fanáticos e intolerantes.
- Eu sou um cristão. Eu não concordo com o homossexualismo. Eu acho que é um pecado, como eu acho que todas as relações sexuais fora do casamento entre um homem e uma mulher – afirmou o comentarista.
- Há muito cristãos na NBA e só porque eles não concordam com esse estilo de vida, eles não querem ser chamados de fanáticos e intolerantes e coisas assim. (…) Assim como eu posso tolerar alguém cujo estilo de vida que eu discordo, ele pode tolerar minhas crenças. Ele não concorda com as minhas crenças e meu estilo de vida, mas a verdadeira tolerância e aceitação é ser capaz de lidar com isso como adultos maduros, e não criticar uns aos outros – completou Broussard.
As afirmações de Broussard não foram bem recebidas pela mídia, que criticou duramente o comentarista. Kelly Dwyer do Yahoo! Sports, foi um dos jornalistas a se pronunciar contra Broussard.
- A última coisa que [os jovens gays] em necessidade é de ver alguém como Chris Broussard, que a ESPN (e, por extensão, a NBA) confia tanto como a sua voz, tanto em jogos e em estúdio, se referindo a eles como pecadores que estão em ‘rebelião aberta com Deus. – afirmou Dwyer.
O jogador da NBA Kobe Bryant também se pronunciou sobre o caso.
- Orgulhoso de Jason Collins. Não se sufoque por conta da ignorância dos outros – publicou Bryant no Twitter.
As críticas às afirmações de Broussard ganharam destaque na imprensa norte americana, principalmente entre os noticiários esportivos, e levaram a ESPN a divulgar uma nota pedindo desculpas pelas afirmações do comentarista.
- Lamentamos que uma discussão respeitosa de pontos de vista pessoais tornou-se uma distração da notícia de hoje. A ESPN está plenamente comprometida com a diversidade e com anúncio de Jason Collins – publicou a emissora.
O jornalista Ben Shapiro, editor do Breitbart, falou sobre as críticas direcionadas ao comentarista, afirmando se tratar de uma perseguição da esquerda. Segundo ele, Breitbart sugeriu que tinha uma visão moral diferente do que a defendida pela esquerda, e que por isso trabalho pode agora estar em perigo.
- Quando se trata de tirania e tolerância, no caso de Chris Broussard é muito mais reveladora do que no de Jason Collins. É o que quer a esquerda: tirania de expressão. Tolerância só se estende àqueles considerados dignos pela esquerda. – afirmou.

[Vídeo] CQC apresenta matéria sobre discussão do projeto de “cura gay”, com pastor Silas Malafaia, Marisa Lobo e Marco Feliciano: “O Brasil não é um país homofóbico”

[Vídeo] CQC apresenta matéria sobre discussão do projeto de “cura gay”, com pastor Silas Malafaia, Marisa Lobo e Marco Feliciano: “O Brasil não é um país homofóbico”
Na edição de ontem, 03/12, do programa CQC, na Band, foi apresentada uma matéria feita pela repórter Monica Iozzi sobre a cobertura da audiência pública realizada no dia 28/11 para a discussão do projeto de lei apelidado de “cura gay”.
Entre os entrevistados para a matéria, estavam o pastor e deputado federal Marco Feliciano, a psicóloga Marisa Lobo e o pastor Silas Malafaia, entre outros.
Questionada em tom provocativo pela repórter Monica Iozzi a respeito de um paciente buscando a “cura” do homossexualismo, a psicóloga e colunista do Gospel+, Marisa Lobo, respondeu: “Não sou curandeira, em primeiro lugar. Em segundo lugar, eu faria o que a minha profissão diz que eu tenho que fazer: atender o sofrimento psíquico do cidadão”. A repórter questionou se Marisa Lobo atenderia um paciente hetero que deseja se tornar homossexual, e a resposta foi positiva.
O pastor Marco Feliciano foi questionado se seria a favor da terapia de para “cura” da homossexualidade, e respondeu que é “a favor da liberdade da pessoa procurar ajuda, independente do que seja. Um psicólogo tem que tratar de todo tipo de angústia interior”. A repórter insistiu no tema, questionando se seria certo um psicólogo se referir ao assunto como “cura”. O deputado federal pelo PSC-SP respondeu que nesse caso, “ele tem que responder mediante um processo, porque não é cura, não é doença”.
O deputado federal Arolde de Oliveira (PSD-RJ) afirmou que “homossexualismo não é doença, é uma questão de orientação”.
O pastor Silas Malafaia foi confrontado pela repórter com os dados referente ao número de 165 homossexuais mortos durante o primeiro semestre de 2012. Malafaia respondeu afirmando que “o índice é ínfimo”, pois durante 2011, “50 mil pessoas foram assassinadas”.
-Vocês querem dizer, que o número de pessoas assassinadas (homossexuais) é uma estatística de que o Brasil é um país homofóbico. Não é homofóbico – enfatizou o pastor.
A repórter do CQC questionou se Malafaia seria homofóbico, e o pastor respondeu: “Nunca bati em homossexual, não odeio homossexual”. Na sequência, num bate boca com a repórter, o pastor enfatizou que o mesmo Deus que fala de amor na Bíblia, também promete lançar o homem pecador que não se arrepende de seus atos, no inferno.
Monica Iozzi pediu em tom sarcástico que Silas Malafaia mandasse um beijo para o deputado Jean Wyllys, e o pastor respondeu: “O dia que ele aprender a me respeitar…”.

Deputados suspendem votação do projeto apelidado de “cura gay” para abrir para consulta pública

Deputados suspendem votação do projeto apelidado de “cura gay” para abrir para consulta pública
O projeto de lei apelidado de “Cura gay”, que visa suspender algumas determinações do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que proíbem psicólogos de atenderem pacientes que busquem orientação para abandonar a homossexualidade, teve sua votação suspensa para a realização de consultas públicas.
Na última quinta-feira, 20/12, o relator do projeto, deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), realizou uma sessão de video-chat com cidadãos, para discutir o projeto, segundo informações do site Mix Brasil.
A idéia é discutir a restrição à atividade do profissional de psicologia e a limitação de atendimento a pessoas que não se sentem confortáveis com sua condição sexual. Porém, o projeto mantém a preservação da vontade do indíviduo: “Os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados”, diz o texto.
Lucena, que é favorável ao projeto, cita o livre-arbítrio como argumento para a derrubada da restrição imposta pelo CFP aos psicólogos: “Não tem cabimento uma lei proibir as pessoas de fazerem as mudanças que elas mesmas desejam em suas vidas, independentemente de serem na área sexual ou não. Também não há cabimento para a proibição de profissionais atenderem a essa demanda”, declarou o deputado.
O parlamentar lembrou ainda que a derrubada da restrição visa restituir o equilíbrio na atuação profissional e na oferta de ajuda: “Se determinado cidadão de orientação heterossexual, em conflito com a sua heterossexualidade, desejar ajuda por definir-se pela homossexualidade, o psicólogo poderá livremente atendê-lo em sua solicitação. No entanto, o sentido contrário não é permitido”.