sábado, 22 de agosto de 2015

Bancada evangélica representa conservadorismo da sociedade brasileira, diz pastor

Bancada evangélica representa conservadorismo da sociedade brasileira, diz pastor
A existência da bancada evangélica é simbólica e representa o conservadorismo da sociedade brasileira, de acordo com analistas políticos e sociais. E o pastor Ricardo Gondim reforça essa tese.
O líder da Igreja Betesda participou, ao lado da professora da PUC-SP Maria José Rosado, diretora da ONG Católicas Pelo Direito de Decidir, de um debate organizado pela revista Carta Capital.
Com o tema “A Religião é Reacionária?”, o debate abordou questões morais que são abordadas de forma conservadora pela sociedade brasileira, formada amplamente por cristãos, distribuídos entre católicos e evangélicos.
Para Gondim, o conservadorismo político-social está ligado aos dogmas religiosos que são enfatizados nas comunidades de fé, e esse fator é agravado pela disputa por fiéis que existe entre as igrejas evangélicas.
“O movimento protestante se dá, muito, em um contexto neoliberal, e assim as igrejas estão por conta [própria], o pastor está por conta, e isso impõe sobre ele uma necessidade muito grande de ser inovador, carismático, porque ele precisa sobreviver, pagar suas contas”, observa Gondim. “Ao mesmo tempo [o pastor] precisa preservar um nicho que o mantenha dento do contexto dos evangélicos”, acrescentou.
A professora Rosado entende que as maiores vítimas do conservadorismo são as mulheres, e que hoje as igrejas Católica e evangélicas estão em descompasso com a sociedade civil em relação aos temas feministas: “A sociedade avançou a ponto de retirar sexo e capacidade reprodutiva do registro de julgamento moral. Há 20 anos, passamos a falar em direitos sexuais. Já é algo de senso comum”, contextualizou. “As religiões, no entanto, reagem a isso pois precisam do controle da sexualidade, das mulheres. E elas são seu maior público, é sobre elas que a igreja traz esse discurso forte do singular, da família”, teorizou.
O pastor Ricardo Gondim disse que a religião se apossa de forma oportunista do ideal de família para sustentar o conservadorismo: “Observo que nós temos uma grande flexibilização ética, dogmática, mas um conservadorismo cada vez mais acirrado, pois é a única âncora que sobra em defesa da família, dos bons costumes. Tudo é uma hipocrisia, mas é um discurso que vale no púlpito”, critica.
Rosado aponta para o fato de que, certas situações não podem ser mais suprimidas: “Há conquistas sobre as quais, de fato, não se volta a trás. Você ter duas mulheres se beijando dentro do Congresso, duas mulheres que se assumiram casadas, e com a repercussão que tem uma Daniela Mercury no Brasil, isso pra mim é um indicador de uma permeabilidade da sociedade a essas questões […] Há condições de possibilidades, de propostas, de discursos, de legislações, que a gente não tinha há 20 ou 30 anos e que hoje são uma realidade”, concluiu.

Confeiteiro cristão é obrigado pela Justiça a fornecer bolos para casamentos gays

Confeiteiro cristão é obrigado pela Justiça a fornecer bolos para casamentos gays
Um confeiteiro cristão teve seus recursos negados pela Justiça e será obrigado a fornecer bolos para um casamento gay no estado do Colorado (EUA).
Jack Philips teve seu recurso negado em duas instâncias inferiores e no Tribunal de Apelações, onde três magistrados o consideraram culpado por discriminação a um casal gay.
O caso, de acordo com informações do Christian Post, começou em 2012, quando Philips se recusou a aceitar o pedido de bolo para a união entre Charlie Craig e David Mullins.
Para o Tribunal, Philips “não poderia usar de suas crenças religiosas ou direitos de liberdade de expressão para se recusar a prestar tal serviço ao casal”.
A advogada do confeiteiro, Nicolle Martin, ironizou a decisão da Justiça, que na prática, reconhece que a liberdade de expressão e religiosa são secundárias quando se trata da homossexualidade.
“Acho que a decisão significa que alguns cidadãos Colorado têm o direito de usufruir da Primeira Emenda para acreditar no que eles querem e para agir sobre essas crenças. Como no caso da ‘Le Bakery Sensual’, de Denver ou a ‘Azucar Bakery’, contanto que você mantenha o entendimento ‘correto’ sobre pessoas que optam pelo casamento gay, você pode agir em sua consciência […] Mas para pessoas como Jack Phillips, não há permissão para usufruir destas crenças”, afirmou, fazendo referências a outros casos que foram parar na Justiça.
Um dos advogados do casal gay contrapôs a posição de Martin e Philips e disse que “ninguém deve ser afastado de uma loja por serem quem são ou por causa de quem amam”, e acrescentou: “Quando cada gay ou lésbica, cada mulher, cada pessoa de cor, todas as pessoas de todas as fés puderem entrar em uma loja, um banco, um hospital e conseguirem o mesmo serviço, como todos os outros, teremos ganho. Até então, continuamos a lutar pela igualdade de tratamento que todos nós merecemos”.
Jeremy Tedesco, advogado da Aliança em Defesa da Liberdade, comentou a derrota de Philips nos tribunais e disse que a liberdade foi negada ao confeiteiro, pois faz parte do conceito norte-americano de liberdade o direito de se negar a fazer um trabalho.

“O governo tem o dever de proteger a liberdade das pessoas em seguir suas crenças pessoais e profissionais, em vez de forçá-las a adotar certos pontos de vista”, disparou o advogado.
Agora, o confeiteiro terá de fazer bolos para casamentos homossexuais caso opte por manter sua empresa aberta. “Isso mostra que algumas pessoas têm mais direitos que outras. Quando você não está em consonância com a agenda do movimento LGBT, você não tem tanto acesso aos ‘direitos iguais’”, queixou-se Philips.

sábado, 16 de maio de 2015

Saeed Abedini relata seu dia a dia dentro da prisão

Ele afirma que é ameaçado pelos demais prisioneiros por ser cristãos e por ter cidadania americana

Saeed Abedini relata seu dia a dia dentro da prisãoSaeed Abedini relata seu dia a dia dentro da prisão
Preso há mais de dois anos, o pastor Saeed Abedini continua sofrendo na cadeia enquanto aguarda o julgamento final que o pode livrar da morte.
O pastor iraniano, com cidadania americana, está preso por ser cristão e sofreu muita violência dentro da prisão, tanto é que sofre dores abdominais fortes por conta dos golpes recebidos.
Com os depoimentos dados por ele a seus amigos e familiares foi criado um diário como se o pastor iraniano relatasse um dia dentro da prisão, desde a hora que ele acorda até a hora de voltar a dormir.
Nos relatos é possível imaginar a situação precária da cadeia onde ele está. Apenas duas refeições são servidas. Se Abedini rejeita o café da manhã ele não consegue ter forças para realizar seus trabalhos.
Fora isso ele ainda convive com o medo de ser agredido pelos demais prisioneiros que o veem como dupla ameaça já que além de ser cristão, ele é americano.
Por conta dos desafetos, Saeed Abedini não toma banho de sol e muitas vezes passa horas dormindo para evitar o conflito com os demais prisioneiros. Ele confessa que já foi ameaçado pelos mais radicais e que por conta das relações entre Estados Unidos e Irã ele tem sofrido ainda mais.
Os relatos foram divulgados pelo American Center for Law and Justice (ACLJ), organização que tem acompanhado o caso e luta pela liberdade do iraniano. O ministério Portas Abertas traduziu os relatos epublicou em seu site.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

CULTO DE MISSÕES EM CAMALAÚ

Participe do:     Culto de Missões em Camalaú Congregação: Roça Velha
Sábado 31

Às 19:00hs


Pastor: JOSÉ GALDINO

Dirigente: DANNYEL SANTTOS

Secretario de missões local: EMERSON









O cristão pode fazer uso de bebidas alcoólicas?

Por Rosivaldo Silva Santos

O cristão pode fazer uso de bebidas alcoólicas?O cristão pode fazer uso de bebidas alcoólicas?
Existe um principio de interpretação das Escrituras Sagradas que diz o seguinte: a primeira vez que um assunto é citado na Bíblia determina o seu valor e esclarece suas características doutrinarias. Por exemplo, a primeira vez que Deus aparece na Bíblia é em Gênesis 1.1: “No principio criou Deus o céu e aterra…” característica que distingue Deus dos outros seres: Deus é criador.
A primeira vez que o Espírito Santo aparece na Bíblia é em Gênesis 1.2, marcas do Espirito Santo, Ele é dinâmico, Ele trabalha no movimento, etc. a primeira vez que o diabo aparece na Bíblia está enganando Eva, marcas do diabo: ele é enganador. Usando o mesmo critério sobre o uso de bebida chegamos a seguinte conclusão: em Gênesis 9.20-25 fala pela primeira vez sobre o uso da bebida. E ela está sendo a causa de um pai amaldiçoar seu filho, características da bebida: é causadora de maldição.
a) A bebida tira o entendimento das pessoas – Oseias 4.11
A Bíblia nos mostra que um dos maiores tesouros que Deus dá ao seu povo é o entendimento. Perder o entendimento é perder a liberdade que Deus nos deu (Isaías 5.13), ter entendimento é ter o poder de manter sua família de pé (Provérbios 24.3). Quem tem entendimento é feliz (Provérbios 3.13).
O entendimento é algo que Deus valoriza tanto que a Bíblia chega a dizer que é melhor perder a prosperidade material do que o perder (Provérbios 4.7). Mas não é muito fácil obter entendimento, mas o perder basta você fazer uso de bebidas alcoólicas. É o que o profeta Oseias nos diz em 4.11. Se você quer ser uma pessoa cheia do entendimento de Deus, evite o uso de toda e qualquer bebida que contenha álcool.
b) A bebida impede que o homem seja cheio do Espírito Santo – Efésios 5.18
Em Efésios 5.18 o apóstolo Paulo nos diz que não podemos ser cheios do Espírito Santo e de vinho, segundo Paulo, a presença de uma coisa anula a outra. Ou o Espirito Santo nos fará evitar o uso de bebidas, ou as bebidas nos farão evitar ao Espírito Santo! Tiago diz que o Espírito Santo tem ciúmes de nós (Tiago 4.5), Ele nos quer para si, as bebidas alcoólicas tendem a despertar um tipo de alegria passageira e enganosa e a única alegria que de fato vale à pena nós termos em nossos corações é a alegria produzida pelo Espírito Santo, Paulo nos diz: … Mas o fruto do Espírito é alegria… (Efésios 5.22,23).
c) A bebida condena a alma – I Coríntios 6.9,10/Gálatas 5.19-21
Nas duas listas citadas por Paulo das coisas que estão presentes nas vidas daquelas pessoas que experimentarão a condenação eterna está o uso de bebidas alcoólicas. Se o uso de bebidas é listado na mesma relação onde aparecem ladrões, adúlteros, avarentos, idólatras, etc. então aos olhos de Deus, o álcool é tão danoso para a alma das pessoas quanto qualquer outro pecado e sabemos perfeitamente que o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23) e fazer uso de bebidas é pecado!
CONCLUSÃO
A Bíblia cautelosamente nos adverte contra o uso das bebidas por diversas razões, uma delas é que além de perdermos o entendimento, de nos tornarmos vazios do Espirito Santo o uso da bebida também condena as nossas almas! O uso de bebidas traz consequências aqui na terra e na eternidade. Os frutos da vida de uma pessoa que se envolve em bebedices são colhidos na mente (perda de entendimento), no corpo (pela perda da habitação do Espírito) e na alma (pela condenação eterna).
Sabedor dessas coisas é desnecessário dizer que não convêm que os cristãos façam uso de bebidas alcoólicas, pois mesmo sabendo desses males, caso o cristão insista no uso de tais substancias estará incorrendo no risco de cometer suicídio espiritual.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Igreja Católica inicia processo de beatificação de surfista carioca conhecido como “Anjo Surfista”

Igreja Católica inicia processo de beatificação de surfista carioca conhecido como “Anjo Surfista”

Igreja Católica inicia processo de beatificação de surfista carioca conhecido como “Anjo Surfista”
Na última terça-feira (20), foi iniciado o processo de beatificação do seminarista e surfista carioca Guido Schäffer. As relíquias do jovem foram apresentadas à comunidade durante missa presidida pelo arcebispo do Rio, Cardeal Dom Orani João Tempesta, no Santuário de São Sebastião, na Tijuca. Guido era conhecido como o “Anjo surfista”.
– Guido era um típico carioca e um grande médico com ideais impressionantes. Ele contagiava a todos com o seu exemplo, alegria e fé – afirmou disse o vigário da paróquia, padre Jorge Luiz Neves Pereira, conhecido como padre Jorjão.
A afirmação do padre Jorjão sobre os ideais do seminarista foram feitas em entrevista à imprensa, na noite de lançamento do seu livro “Guido – Mensageiro do Espírito Santo”, no dia 19 de janeiro.
Segundo a agência ACI digital, a abertura do processo canônico de Schäffer aconteceu no dia 17 de janeiro, durante a Trezena de São Sebastião. O ‘Nihil Obstat’, que atesta a inexistência de impedimento para a abertura do processo de beatificação, foi dado à Arquidiocese do Rio pela Congregação para a Causa dos Santos, no final do ano passado.

Biografia de Guido Schäffer

Guido nasceu em 22 de maio de 1974, na cidade de Volta Redonda, RJ, Brasil, filho de Guido Manoel Vidal Schäffer e de Maria Nazareth França Schäffer. Desde o nascimento residiu com os pais na cidade do Rio de Janeiro, no bairro de Copacabana.
Sua vocação ao sacerdócio surgiu quando já era médico, ao meditar o Evangelho de Lucas: “A estas palavras, Jesus falou: Ainda te falta uma coisa: vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; depois vem e segue-me.” (Lc 18, 22).
O seminarista Guido faleceu no dia 01 de maio de 2009, com trinta e quatro anos de idade, quando faltava aproximadamente 1 ano para se tornar padre. O jovem médico foi vítima de uma contusão na nuca que gerou desmaio e afogamento, enquanto surfava, na praia da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Segundo alguns amigos, Guido já havia revelado que se pudesse escolher gostaria de morrer no mar, onde sentia a presença de Deus a lhe falar na natureza.

A simbologia dos vasos na Bíblia Sagrada

"Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós" - 2ª Corintios 4.7. 

Confira: Lições Bíblicas 1º Trimestre de 2013; Elias e Eliseu; lição 9: Há um milagre em sua casa


No original do Novo Testamento a palavra vaso “skênòs”, é usada 22 vezes, umas literalmente, outras em sentido figurado.

Literalmente, no plural, pode referir-se a bens, propriedades, móveis. No singular, é um objeto: um receptáculo, um jarro, um prato, uma ferramenta, um equipamento. Vaso é também um navio.

Neste caso, há uma referência ao navio em que Paulo viajou para Roma, navio esse que veio a naufragar (Atos 27.17). Temos também o vaso que desceu do céu, na visão de Pedro em Jope: "... um vaso, como se fosse um grande lençol atado pelas quatro pontas..." - Atos 10.11.

De tudo isto lemos no Novo Testamento: de vasos de ouro, de prata, de pau, de barro, de madeira preciosíssima, de bronze, de ferro, de mármore e de marfim. Lemos de vasos jarrões, de vasos móveis, de vasos bens, de vasos navios, de vasos sacos.

Mas há também vasos vivos. Este é o sentido figurado da palavra.

Vejamos:"Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro, uns para honra, outros, porém, para desonra. De sorte que se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idóneo para uso do Senhor e preparado para toda a boa obra" - 2ª Timóteo 2.20-21. 

Sublinhei alguém será barro, pois aqui já não se trata de vasos como objetos, mas de pessoas que são vasos. Tratando-se duma metáfora, se a quisermos interpretar deveremos perguntar: para que serve? Para que serve um vaso? 

Um vaso pode servir só como ornamento, só para ser visto. Mas em termos de utilidade prática, um vaso serve como recipiente, serve para conter algo, seja uma planta, um líquido ou uma jóia. Ora, o texto acabado de citar fala-nos de vasos diferentes, uns honrosos e outros desonrosos. A diferença entre os vasos reside naquilo que eles contêm. Não naquilo que aparentam.

Ao pé da cruz, no Calvário, havia um "…vaso cheio de vinagre…" (João 19.29). Esse vaso bem pode representar uma pessoa (vaso) ácida, cheia de amargura, ou seja, um "vaso de ir", em contraste com um "vaso de misericórdia" que se refere àquelas pessoas que têm dentro delas um tesouro. Esse tesouro é Jesus.

Diz Paulo: "...temos este tesouro em vasos de barro..." (2ª Coríntios 4.6-7.

Vasos de barro são pessoas frágeis, pobres, indignas. Mas pessoas essas que foram purificadas pela aspersão do sangue de Cristo (Hebreus 9.21-22), isto é, regeneradas, promovidas duma situação de vergonha e miséria a uma posição de honra e dignidade.

Estes vasos somos nós, a quem Jesus arrancou da lama, limpou e quer usar. Vasos talvez quebrados em pedaços, por uma vivência destrutiva, mas em que o Senhor reúne os fragmentos (cacos) e reconstitui o vaso, pela ação do Espírito Santo. Ele faz isso por nos amar e para nos usar.

O Senhor tem um propósito a respeito destes vasos que somos nós. Quer que sejamos Seus instrumentos "...para dar a conhecer as riquezas da Sua glória..". - Romanos 9.23-24.

Jesus foi ao encontro de Saulo e transformou a sua vida. Ao falar dele a Ananias, o mesmo Jesus disse: "Vai porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome aos gentios, e aos reis e aos filhos de Israel" - Atos 9.15,18. Para levar, não só para conter ou guardar. Um vaso que leva o Nome de Jesus a outros.

Quando Jesus expulsou os vendilhões do templo, não consentiu que alguém levasse algum vaso dele. Também Ele não quererá que os Seus vasos humanos, Seus servos, sejam roubados, sejam profanados, sejam desviados do fim para que os destinou. 

Na parábola da candeia, Jesus disse: "E ninguém, acendendo uma candeia, a cobre com algum vaso..." - Lucas 8.16.

E que acontece aos vasos-pessoas que Ele chamou a Si, para a Sua obra? Servem para erguer bem alto a luz de Cristo, ou para a tapar? Manifestam-se ousadamente ao lado de Jesus e dos que Ele quer recuperar, quer erguer da miséria e da solidão?

Ou envergonham-se e demitem-se?

Somos vasos. Vasos vivos. Vazios ou ocupados? E se ocupados, o que há dentro de nós? Ódio, amargura, indiferença, acomodação, egoísmo? Somos vasos cheios de nós próprios, vasos de barro cheios de barro? Que, ao contrário, sejamos vasos possuídos e habitados por Jesus, por Ele purificados e usados para ir ao encontro dos cansados e oprimidos, de todo os que sofrem e têm uma existência vazia, levar-lhes a Boa Nova libertadora, o amor activo, como instrumentos de Deus.