sábado, 22 de agosto de 2015

Deputado denuncia fraude em enquete sobre a definição de família

3 milhões de votos pelo "não" vieram de apenas 66 computadores

Deputado denuncia fraude em enquete sobre a definição de famíliaEnquete sobre definição de família foi fraudada
O site da Câmara mantém a enquete on-line que questiona o cidadão se ele concorda que a definição de família é o núcleo formado a partir da união de um homem e uma mulher. A votação foi encerrada com 51,62% de votos pelo não e 48,09% pelo sim (0,29% escolheram a opção “não tenho opinião formada”).
O deputado Diego Garcia (PHS-PR), relator do projeto de lei 6583/2013 conhecido como Estatuto da Família, denunciou que a maioria dos votos que não concordam em definir família como união heterossexual partiram de apenas alguns computadores.
O parlamentar foi a fundo e solicitou ao departamento responsável pela enquete na Câmara Federal que fornecesse os IPs das máquinas que votaram.
O resultado desse levantamento mostrou que mais de 3 milhões de votos são votos que vieram de apenas 66 computadores. “Mais de 3 milhões de votos foram manipulados para a resposta não”, denuncia Garcia.
“Mais de 1,6 milhão de votos vieram de um único IP, ou seja, de um único computador. 122 mil votos em um único dia, para uma única opção da cidade de Garanhuns (PE), mas uma coisa interessante, presidente, a cidade tem apenas 112 mil habitantes. Outro detalhe: 60 mil votos em um único dia para uma única opção em uma cidade nos Estados Unidos com uma população de 8.500 pessoas”, afirmou.
Diego Garcia pedia que o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tome providências para refazer a contagem dos votos e publicar o verdadeiro resultado da enquete que pelas contas do parlamentar seria de 67% para sim e 33% para não. Cunha se comprometeu a tomar as devidas providências.

Jovens preparam evangelismo para o Rock in Rio

As ações evangelísticas usarão atrações circenses, danças, rap, flash mob e outros


Jovens preparam evangelismo para o Rock in RioJovens preparam evangelismo para o Rock in Rio
A Juventude Batista Carioca prepara um trabalho evangelístico para o Rock in Rio 2015 que acontece nos dias 18, 19 e 26 de setembro. Os voluntários cercarão a Cidade do Rock levando a Palavra de Deus e a Luz de Cristo.
Para isso eles usarão artes como circo, danças, rap, flash mob e outras ações evangelísticas tendo como tema: “Jesus, o nosso Rock”.
A organização desse movimento permite que cristãos de qualquer denominação participem da ação evangelística, para isso é necessário adquirir um kit do voluntário que contém alimentação para os três dias, 1 bolsa, 1 camisa, 1 garrafinha e materiais para evangelismo.
Para participar é preciso se inscrever através do site www.eusou2015.com.br.
O evento musical espera receber cerca de 85 mil pessoas vindas de diferentes partes do país e do mundo. Serão três dias de programação com apresentações de artistas nacionais e internacionais, entre eles Metallica, Angra, Korn, Paralalamas do Sucesso, Elton John, Rod Stewart, John Legend e outros.

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O burro que morreu na frente da igreja


Um burro morreu bem em frente duma Igreja e, como uma semana depois, o
corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o Prefeito.
* Prefeito, tem um burro morto na frente da Igreja há quase uma semana!
E o Prefeito, grande adversário político do padre, alfinetou:
* Mas Padre, não é o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
– Sim, sou eu! – respondeu o padre, com serenidade.
* Mas também é minha obrigação avisar os parentes!

Ciência tenta explicar fatos narrados na Bíblia Sagrada e encontra indícios de que foram reais

Ciência tenta explicar fatos narrados na Bíblia Sagrada e encontra indícios de que foram reais
Pesquisadores diversos ao redor do mundo se debruçam sobre as narrativas bíblicas para, através da ciência, comprovar os relatos ou desmistificá-los. Dentre os eventos que mais intrigam os céticos estão a destruição de Sodoma e Gomorra, a caminhada de Jesus sobre as águas e as dez pragas do Egito.
O portal Cracked reuniu cinco teorias científicas que tentam explicar acontecimentos bíblicos sob a perspectiva da ciência e, com a combinação de muitas possibilidades, certificam que as narrativas podem ser reais.

Davi x Golias

O filisteu, descrito como um gigante, foi derrotado pelo então pastor de ovelhas israelita com uma pedra e uma lança, que funcionava como um estilingue. No livro “David And Goliath: Underdogs, Misfits, And The Art Of Battling Giants” (“Davi e Golias: Azarões, Desajustados e a Arte de Lutar Contra Gigantes”, em tradução livre), o jornalista Malcolm Gladwell explica que há pistas nos versículos que falam sobre o confronto que levam a entender que Golias sofria de acromegalia, uma doença da glândula pituitária característica de pessoas muito grandes.
O fato de que Golias ia ao campo de batalha levado por um assistente, de acordo com a Bíblia, pode ser uma prova de que o filisteu sofria de acromegalia, pois a doença causa perda de visão. Essa teoria é reforçada por uma fala do próprio gigante, que quando vê Davi, zomba: “Sou eu algum cão, para vires a mim com paus?”. Como Davi portava apenas uma vara de pastoreio, é provável que sofresse de visão dupla, outra característica do transtorno.
Por fim, a forma como Davi derrotou Golias, com uma pedrada disparada com seu “estilingue” contra a testa do gigante, também pode ser comprovada. Para Gladwell, as pedras usadas por Davi tinham “duas vezes a densidade das pedras normais” devido à composição química das rochas na área do vale de Elah, e ele as estava disparando com uma arma que tinha o “poder de parada de um revólver calibre .45”, e a pedrada certeira, entre os olhos, derrubaria qualquer um.

Jericó, Sodoma e Gomorra

Jericó caiu quando os israelitas, liderados por Josué, conquistaram a terra prometida após o rio Jordão a seco. Por dias, marcharam com a Arca da Aliança em torno da cidade, tocando trombetas, até que no sétimo dia os muros da cidade caíram.
Os cientistas apontam que a causa da queda pode ter sido um terremoto, pois Jericó era localizada em um vale de rifte, uma área considerada instável e propensa a atividade sísmica. O geofísico Amos Nur, pesquisador da Universidade de Stanford, a descrição bíblica da tomada da cidade é compatível com os terremotos registrados na região.
“Esta combinação, a destruição de Jericó e a interrupção do Jordão, é tão típica de terremotos nesta região que resta pouca dúvida sobre a realidade de tais eventos no tempo de Josué”, afirmou, em entrevista ao jornal The New York Times.
Sobre Sodoma e Gomorra, a destruição da cidade com fogo vindo do céu pode também ter sido causada por um terremoto. O antropólogo forense Mike Finnegan descobriu na região restos de homens da Idade do Bronze que morreram por esmagamento, indicando atividade sísmica bem perto do tempo em que a história bíblica teria acontecido.
O tremor poderia ter colocado pressão sobre depósitos subterrâneos de asfalto, que por sua vez poderia ter sido expelido com muita força, já inflamado por incêndios na superfície, atingindo a cidade como uma grossa chuva de fogo.
Essa teoria foi colocada à prova nos laboratórios de centrífuga da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, em escala, onde foi provado que um terremoto suficientemente grande naquela região poderia fazer com que o próprio chão sob as cidades se desmanchasse e as levasse para o fundo do mar.

Jesus sobre as águas

A explicação encontrada pela ciência, considerando a região onde os fatos narrados aconteceram, é bastante simples: congelamento da água.
Um estudo realizado por uma equipe de cientistas americanos e israelenses chegou à conclusão de que as nascentes salgadas perto da região apontada como o local como onde aconteceu o “evento dos pães e dos peixes”, que precedeu a caminhada sobre as águas, somadas a períodos de frio que duravam muitos anos formariam as condições perfeitas para criar “nascentes congeladas”, que seriam pedaços de gelo logo abaixo da superfície do mar da Galiléia, quase invisíveis para alguém observando de longe.
Doron Nof, professor de oceanografia física na Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos, classifica as chances de haver tais camadas de gelo sobre a água no período da história bíblica como “muito, muito altas”.

Ressuscitação

A ressurreição de três pessoas através de ordens de Jesus é vista pelos pesquisadores como uma coincidência ligada ao baixo conhecimento médico da época, que levava as pessoas a declararem outras como mortas de forma precoce.
Como parâmetro, os pesquisadores apontam o livro escrito pelo empresário inglês William Tebb no início do século XX, em que ele listou 219 casos de pessoas que escaparam por pouco de serem enterradas vivas, 149 casos de enterros prematuros reais, 10 casos em que os corpos foram dissecados antes da morte por acidente e dois casos em que o embalsamamento foi iniciado em pessoas vivas. Tudo porque acreditava-se que estavam mortos.
O mesmo caso foi registrado há poucos meses, quando um queniano que engoliu inseticida e passou mal a ponto de ficar como morto, acordou no necrotério 15 horas depois de ter sido examinado e considerado sem vida.

Dez pragas do Egito

Diversos cientistas consideram que as dez pragas seriam a combinação de diversos desastres ambientais. Um estudo feito por climatologistas na composição de estalagmites em cavernas egípcias levou à conclusão de que o faraó Ramsés II governou o Egito durante um período em que o clima era quente e úmido, mas que sofreu uma mudança drástica, tornando-se seco e ainda mais quente, causando a redução do volume de água do rio Nilo e o surgimento de uma bactéria de água doce, que deixa as águas vermelhas.
Como consequência, os sapos migraram da região, proporcionando um aumento da população de insetos, que são transportadores de doenças, o que fez com que todo o gado ficasse sarnento e fraco.
Sobre as pragas seis, sete, oito e nove, os pesquisadores acreditam que elas foram proporcionadas por “uma das maiores erupções vulcânicas da história humana”, quando a mais de 600 quilômetros do Egito, na ilha grega de Santorini, o vulcão Thera teria vomitado bilhões de toneladas de cinzas no céu. Nadine von Blohm, uma física atmosférica, afirma que as cinzas vulcânicas combinadas com trovoadas poderiam ter causado terríveis tempestades de granizo, enquanto que o biólogo Siro Trevisanato diz que essa maior umidade teria proporcionado um aumento exponencial na população de gafanhotos, e os milhares de milhões de toneladas de cinzas seriam os responsáveis pelas trevas.
A décima e última praga teria sido resultado de todas as anteriores, pois tantas circunstâncias teriam contaminado os alimentos, e estes seriam servidos, por questões culturais da época, primeiro aos filhos mais velhos, os primogênitos, que terminavam morrendo por ingestão dos alimentos envenenados.

Bancada evangélica representa conservadorismo da sociedade brasileira, diz pastor

Bancada evangélica representa conservadorismo da sociedade brasileira, diz pastor
A existência da bancada evangélica é simbólica e representa o conservadorismo da sociedade brasileira, de acordo com analistas políticos e sociais. E o pastor Ricardo Gondim reforça essa tese.
O líder da Igreja Betesda participou, ao lado da professora da PUC-SP Maria José Rosado, diretora da ONG Católicas Pelo Direito de Decidir, de um debate organizado pela revista Carta Capital.
Com o tema “A Religião é Reacionária?”, o debate abordou questões morais que são abordadas de forma conservadora pela sociedade brasileira, formada amplamente por cristãos, distribuídos entre católicos e evangélicos.
Para Gondim, o conservadorismo político-social está ligado aos dogmas religiosos que são enfatizados nas comunidades de fé, e esse fator é agravado pela disputa por fiéis que existe entre as igrejas evangélicas.
“O movimento protestante se dá, muito, em um contexto neoliberal, e assim as igrejas estão por conta [própria], o pastor está por conta, e isso impõe sobre ele uma necessidade muito grande de ser inovador, carismático, porque ele precisa sobreviver, pagar suas contas”, observa Gondim. “Ao mesmo tempo [o pastor] precisa preservar um nicho que o mantenha dento do contexto dos evangélicos”, acrescentou.
A professora Rosado entende que as maiores vítimas do conservadorismo são as mulheres, e que hoje as igrejas Católica e evangélicas estão em descompasso com a sociedade civil em relação aos temas feministas: “A sociedade avançou a ponto de retirar sexo e capacidade reprodutiva do registro de julgamento moral. Há 20 anos, passamos a falar em direitos sexuais. Já é algo de senso comum”, contextualizou. “As religiões, no entanto, reagem a isso pois precisam do controle da sexualidade, das mulheres. E elas são seu maior público, é sobre elas que a igreja traz esse discurso forte do singular, da família”, teorizou.
O pastor Ricardo Gondim disse que a religião se apossa de forma oportunista do ideal de família para sustentar o conservadorismo: “Observo que nós temos uma grande flexibilização ética, dogmática, mas um conservadorismo cada vez mais acirrado, pois é a única âncora que sobra em defesa da família, dos bons costumes. Tudo é uma hipocrisia, mas é um discurso que vale no púlpito”, critica.
Rosado aponta para o fato de que, certas situações não podem ser mais suprimidas: “Há conquistas sobre as quais, de fato, não se volta a trás. Você ter duas mulheres se beijando dentro do Congresso, duas mulheres que se assumiram casadas, e com a repercussão que tem uma Daniela Mercury no Brasil, isso pra mim é um indicador de uma permeabilidade da sociedade a essas questões […] Há condições de possibilidades, de propostas, de discursos, de legislações, que a gente não tinha há 20 ou 30 anos e que hoje são uma realidade”, concluiu.

Confeiteiro cristão é obrigado pela Justiça a fornecer bolos para casamentos gays

Confeiteiro cristão é obrigado pela Justiça a fornecer bolos para casamentos gays
Um confeiteiro cristão teve seus recursos negados pela Justiça e será obrigado a fornecer bolos para um casamento gay no estado do Colorado (EUA).
Jack Philips teve seu recurso negado em duas instâncias inferiores e no Tribunal de Apelações, onde três magistrados o consideraram culpado por discriminação a um casal gay.
O caso, de acordo com informações do Christian Post, começou em 2012, quando Philips se recusou a aceitar o pedido de bolo para a união entre Charlie Craig e David Mullins.
Para o Tribunal, Philips “não poderia usar de suas crenças religiosas ou direitos de liberdade de expressão para se recusar a prestar tal serviço ao casal”.
A advogada do confeiteiro, Nicolle Martin, ironizou a decisão da Justiça, que na prática, reconhece que a liberdade de expressão e religiosa são secundárias quando se trata da homossexualidade.
“Acho que a decisão significa que alguns cidadãos Colorado têm o direito de usufruir da Primeira Emenda para acreditar no que eles querem e para agir sobre essas crenças. Como no caso da ‘Le Bakery Sensual’, de Denver ou a ‘Azucar Bakery’, contanto que você mantenha o entendimento ‘correto’ sobre pessoas que optam pelo casamento gay, você pode agir em sua consciência […] Mas para pessoas como Jack Phillips, não há permissão para usufruir destas crenças”, afirmou, fazendo referências a outros casos que foram parar na Justiça.
Um dos advogados do casal gay contrapôs a posição de Martin e Philips e disse que “ninguém deve ser afastado de uma loja por serem quem são ou por causa de quem amam”, e acrescentou: “Quando cada gay ou lésbica, cada mulher, cada pessoa de cor, todas as pessoas de todas as fés puderem entrar em uma loja, um banco, um hospital e conseguirem o mesmo serviço, como todos os outros, teremos ganho. Até então, continuamos a lutar pela igualdade de tratamento que todos nós merecemos”.
Jeremy Tedesco, advogado da Aliança em Defesa da Liberdade, comentou a derrota de Philips nos tribunais e disse que a liberdade foi negada ao confeiteiro, pois faz parte do conceito norte-americano de liberdade o direito de se negar a fazer um trabalho.

“O governo tem o dever de proteger a liberdade das pessoas em seguir suas crenças pessoais e profissionais, em vez de forçá-las a adotar certos pontos de vista”, disparou o advogado.
Agora, o confeiteiro terá de fazer bolos para casamentos homossexuais caso opte por manter sua empresa aberta. “Isso mostra que algumas pessoas têm mais direitos que outras. Quando você não está em consonância com a agenda do movimento LGBT, você não tem tanto acesso aos ‘direitos iguais’”, queixou-se Philips.

sábado, 16 de maio de 2015

Saeed Abedini relata seu dia a dia dentro da prisão

Ele afirma que é ameaçado pelos demais prisioneiros por ser cristãos e por ter cidadania americana

Saeed Abedini relata seu dia a dia dentro da prisãoSaeed Abedini relata seu dia a dia dentro da prisão
Preso há mais de dois anos, o pastor Saeed Abedini continua sofrendo na cadeia enquanto aguarda o julgamento final que o pode livrar da morte.
O pastor iraniano, com cidadania americana, está preso por ser cristão e sofreu muita violência dentro da prisão, tanto é que sofre dores abdominais fortes por conta dos golpes recebidos.
Com os depoimentos dados por ele a seus amigos e familiares foi criado um diário como se o pastor iraniano relatasse um dia dentro da prisão, desde a hora que ele acorda até a hora de voltar a dormir.
Nos relatos é possível imaginar a situação precária da cadeia onde ele está. Apenas duas refeições são servidas. Se Abedini rejeita o café da manhã ele não consegue ter forças para realizar seus trabalhos.
Fora isso ele ainda convive com o medo de ser agredido pelos demais prisioneiros que o veem como dupla ameaça já que além de ser cristão, ele é americano.
Por conta dos desafetos, Saeed Abedini não toma banho de sol e muitas vezes passa horas dormindo para evitar o conflito com os demais prisioneiros. Ele confessa que já foi ameaçado pelos mais radicais e que por conta das relações entre Estados Unidos e Irã ele tem sofrido ainda mais.
Os relatos foram divulgados pelo American Center for Law and Justice (ACLJ), organização que tem acompanhado o caso e luta pela liberdade do iraniano. O ministério Portas Abertas traduziu os relatos epublicou em seu site.